Malária: o que é, sintomas, tratamento e como prevenir a doença transmitida por mosquito

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Mosquito transmissor da malária em destaque sobre um mapa, representando a disseminação geográfica da doença.

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A malária ainda é uma das doenças infecciosas mais impactantes do mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), foram registrados cerca de 249 milhões de casos e mais de 600 mil mortes no planeta em 2022, principalmente em regiões tropicais e subtropicais. No Brasil, a maior parte das ocorrências se concentra na região amazônica.

Embora seja menos comum em outras áreas do país, a malária continua sendo um problema de saúde pública, especialmente para quem vive ou viaja para áreas de risco. A boa notícia é que a doença tem diagnóstico e tratamento eficazes, e medidas simples ajudam a reduzir o risco de infecção.

O que é a malária?

A malária é uma doença infecciosa causada por parasitas do gênero Plasmodium, transmitidos pela picada da fêmea de um mosquito do gênero Anopheles. Quando o mosquito infectado pica uma pessoa, o parasita entra na corrente sanguínea e começa a se multiplicar no organismo.

No Brasil, a maioria dos casos ocorre em áreas da Amazônia, onde as condições ambientais favorecem a proliferação do mosquito transmissor. Fatores como chuvas, temperatura e presença de água parada contribuem para o aumento de mosquitos e, consequentemente, para a transmissão da doença.

Sinais que merecem atenção

Os sintomas da malária costumam aparecer entre 7 e 15 dias após a picada do mosquito, embora esse intervalo possa variar.

Entre os sinais mais comuns estão:

  • febre alta que surge de forma repentina;
  • calafrios intensos;
  • suor excessivo;
  • dor de cabeça;
  • cansaço e fraqueza;
  • dores no corpo;
  • náuseas e vômitos.

Em alguns casos, a doença pode causar anemia, aumento do baço e complicações graves, principalmente quando o diagnóstico demora. Por isso, qualquer pessoa que tenha febre após visitar uma área onde a doença é comum deve procurar atendimento médico o quanto antes.

Qualquer pessoa pode contrair malária se for picada por um mosquito infectado. Pessoas que vivem em áreas onde a doença é comum podem desenvolver certa tolerância após repetidos episódios, o que pode fazer com que apresentem sintomas mais leves.

Tratamento da malária: por que o diagnóstico rápido é essencial

A malária tem tratamento e, quando identificada cedo, a maioria das pessoas se recupera bem. O tipo de tratamento depende do parasita responsável pela infecção e da gravidade dos sintomas, por isso a avaliação médica é fundamental. De modo geral, o tratamento inclui medicamentos específicos que combatem o parasita presente no sangue, normalmente administrados por via oral.

Em situações mais graves, pode ser necessário tratamento em hospital, com medicamentos aplicados na veia e monitoramento da equipe de saúde. Além disso, alguns pacientes podem precisar de hidratação, controle da febre e acompanhamento clínico até a completa recuperação. Quanto mais cedo o diagnóstico é feito, menores são as chances de complicações.

Em regiões onde a malária não é comum, o diagnóstico pode demorar mais porque a doença nem sempre é suspeitada inicialmente. Isso explica por que, fora da Amazônia, a mortalidade pode ser maior quando há atraso na identificação da doença.

Prevenção da malária: como reduzir o risco de infecção

A prevenção da malária está diretamente relacionada a evitar a picada do mosquito transmissor. Algumas medidas importantes incluem:

  • usar roupas que cubram braços e pernas, especialmente ao amanhecer e ao entardecer;
  • usar repelentes nas áreas expostas da pele;
  • instalar telas em portas e janelas;
  • dormir com mosquiteiros, principalmente em áreas de maior risco;
  • evitar exposição em locais com muitos mosquitos.

Essas estratégias ajudam a reduzir significativamente a chance de contato com o mosquito transmissor.

Existe vacina contra a malária?

Nos últimos anos, vacinas contra a malária começaram a ser utilizadas em alguns países africanos, especialmente em crianças. Elas representam um avanço importante no combate à doença, mas ainda têm uso limitado e não fazem parte da rotina de vacinação no Brasil.

Além disso, mesmo onde a vacina está disponível, ela é considerada uma medida complementar. Ou seja, não substitui as estratégias tradicionais de prevenção, como o controle de mosquitos e o uso de proteção individual contra picadas.

Riscos da malária e quando procurar ajuda

A malária pode evoluir para formas graves se não for tratada rapidamente. Complicações podem incluir alterações neurológicas, dificuldade respiratória, anemia intensa e falência de órgãos.

Alguns grupos apresentam maior risco de evolução grave, como crianças pequenas, gestantes, idosos e pessoas com baixa imunidade.

Diante de sintomas como febre alta, calafrios e mal-estar após viagem ou permanência em áreas com registro da doença, é essencial procurar atendimento médico. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado continuam sendo as principais ferramentas para evitar complicações e salvar vidas.

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Referências bibliográficas

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Guia de vigilância em saúde: volume 2. 6. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2023. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/svsa/vigilancia/guia-de-vigilancia-em-saude-volume-2-6a-edicao. Acesso em: 9 mar. 2026.

WORLD HEALTH ORGANIZATION. Malaria. Geneva: World Health Organization. Disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/malaria. Acesso em: 9 mar. 2026.

PEBMED. Malária. Whitebook – plataforma de consulta clínica. Disponível em: https://whitebook.pebmed.com.br. Acesso em: 9 mar. 2026.

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